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Quando mudar assusta, mas permanecer custa mais

Foto do escritor: Carlinda Alves
Carlinda Alves
6 de fev.
1 min de leitura

Sobre escolhas, desconfortos e os movimentos internos que pedem coragem antes de pedir ação.

Às vezes, mudar assusta.

Mas permanecer custa mais do que parece.


O custo nem sempre é imediato. Ele aparece aos poucos: na perda de energia, no silêncio dos incômodos, na sensação de estar vivendo no automático. Não é um impacto repentino é um desgaste lento, quase imperceptível, que vai se acumulando com o tempo.


Mudar exige coragem.

Permanecer, quando já não faz mais sentido, cobra um preço invisível e muitas vezes maior do que o medo do desconhecido.


Nem todo desconforto é sinal de erro. Alguns são convites.

Convites para escolha, para alinhamento, para maturidade emocional.


Talvez o hoje seja um bom momento para se perguntar:


O que em mim está pedindo movimento e o que estou adiando por medo ou por conforto?


A mudança nem sempre precisa ser radical. Nem sempre envolve grandes rupturas ou decisões imediatas.

Às vezes, ela começa em pequenos ajustes de rota:

  • Um “não” dito com mais clareza.

  • Uma conversa que vem sendo adiada.

  • Um projeto que ficou guardado na gaveta por tempo demais.


Esses pequenos movimentos, quando ignorados, costumam voltar como incômodo. Quando acolhidos, se transformam em crescimento.


O que em você tem sido adiado? Se esse texto encontrou algo em você, compartilhe com alguém que possa se beneficiar dessa reflexão.



📷 @psi.carlindaalves



 
 
 

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