Você já parou para pensar de onde vem o seu "eu tenho que dar conta"?
- Carlinda Alves

- 20 de jun.
- 1 min de leitura
No mundo corporativo, essa frase é vista como sinônimo de resiliência e força. Mas, na prática, o que eu vejo nos meus atendimentos é que esse comportamento segue um padrão.
E uma das hipóteses mais comuns? Ele não começou ontem. Para muita gente, esse peso vem desde muito cedo.
Muitas vezes, a necessidade de ser infalível hoje é apenas o eco de uma criança que aprendeu que precisava ser forte, resolver tudo sozinha ou nunca dar trabalho para ser aceita. O histórico de vida nos ensina a ser o porto seguro de todos, mas esquece de nos ensinar a ancorar em nós mesmos.
O problema é que, quando a confiabilidade vira sua única identidade, ela vira também sua armadilha. Você para de ser uma pessoa que entrega bem e passa a ser alguém que simplesmente não tem a permissão interna para falhar.
A diferença no currículo é pequena, mas o impacto no seu bem-estar é gigante. A conta uma hora chega, e geralmente quem paga é você.
Você também sente que carrega esse "dar conta" desde sempre? Como isso tem refletido na sua vida profissional hoje? Vamos conversar nos comentários.
Carlinda Alves
Psicóloga | CRP 04/40170
Especialista em Posicionamento Emocional e Carreira
Para quem funciona por fora, mas quer se reencontrar por dentro.
Instituto Evoluz

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