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O futuro do trabalho já começou.

  • Foto do escritor: Carlinda Alves
    Carlinda Alves
  • 9 de fev.
  • 1 min de leitura

Essa semana li uma reportagem que me fez parar e refletir.

A Deloitte está reestruturando seus cargos e títulos, revendo a lógica tradicional de funções.


E isso diz muito sobre o momento que estamos vivendo.


Não é apenas uma mudança de nomenclatura.

É um sinal claro de que os modelos antigos já não dão conta da complexidade atual do trabalho.


A tecnologia avança rápido.

A inteligência artificial ganha espaço.

Processos se automatizam.


Mas, no centro de tudo isso, ainda existem pessoas.


Tenho pensado que o grande desafio do nosso tempo não é escolher entre tecnologia ou humanização, é conseguir sustentar os dois juntos.


Precisamos, sim, repensar cargos, responsabilidades e estruturas diante do avanço da IA.

Mas sem esquecer que:

• são humanos que tomam decisões

• são humanos que sentem o impacto das mudanças

• são humanos que usam a máquina, e não o contrário


Quando cargos não são revistos com consciência, o que aparece é confusão, sobrecarga e distanciamento.

Quando tudo vira apenas performance e eficiência, algo essencial se perde no caminho.


Talvez o movimento mais importante agora seja este: usar a tecnologia para potencializar o trabalho, não para apagar o humano.


Revisar cargos hoje não é só uma decisão técnica.

É uma decisão cultural, ética e estratégica.


Fica a reflexão que tenho carregado comigo:

👉A pergunta que fica: O seu título hoje define o que você faz ou limita o que você poderia ser?


Fonte: Business Insider (2026) – reportagem sobre a reestruturação de cargos e títulos na Deloitte.

 
 
 

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